30 de novembro de 2012

Rick Bonadio comenta impacto de Thriller no mundo da música

Um dos discos mais emblemáticos da história do pop, ‘Thriller’ completa hoje 30 anos e permanece como referência para as novas gerações da música, acumulando mais de 100 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Repleto de hits, como ‘Billie Jean’, ‘Beat It’ e a faixa homônima, o álbum de Michael Jackson ainda serve de inspiração para muita gente da cena musical, como é o caso de Rick Bonadio.


Com trabalhos ao lado de bandas do naipe de NX Zero, Charlie Brown Jr. e Mamonas Assassinas e milhões de discos vendidos, o produtor é um dos mais bem sucedidos do Brasil nos últimos 15 anos. Fã de ‘Thriller’, Rick relembra a primeira vez que ouviu a obra, ainda na adolescência, e o que ela representa na sua carreira. “O que mais lembro é a quantidade de músicas boas e do som – os vocais, backings e arranjos. Chapei! Me influenciam até hoje na minha carreira”. 

Fora o talento do músico, o sucesso do álbum também é creditado ao produtor veterano Quincy Jones, que já havia trabalhado com Jackson no disco “Off The Wall”. “Ele sempre foi um visionário e junto com o Michael pôde colocar em prática ideias que eram impensáveis para outros artistas. Quando a gente tem uma figura forte no mercado, dá para inventar moda como produtor, a chance de aceitação é sempre maior”.

Além da repercussão de sua música, ‘Thriller’ também estourou na televisão e Bonadio não deixa de lembrar o impacto do vídeo da música título na história dos clipes. “Acredito que foi ele que colocou o balé nos videoclipes de uma maneira muito destacada, além do formato curta-metragem. Hoje, os clipes são o que são graças também ao sucesso do ‘Thriller’. 

No cenário atual, o produtor brasileiro acredita que certos artistas perpetuam o legado do rei do pop na função de multiartistas, que assim como Jackson participam de todo o processo criativo de um álbum, desde a composição, passando pela produção do disco até a criação de coreografias para os shows. “O Michael foi um dos pioneiros, junto com o Prince, nesse aspecto. Hoje, o Bruno Mars, Lenny Kravitz e Jay-Z também fazem de tudo um pouco e criam coisas novas”.

Para finalizar, Bonadio revela sua faixa favorita do álbum e a impressão que este deixou em sua memória. “O ponto alto pra mim é ‘Beat It’ a mistura do rock com o R&B é perfeita ali. É um disco repleto de hits, com um artista fabuloso à frente”.

Do RadioUOL

‘Thriller’, 30 anos: Dez motivos para festejar o aniversário do álbum


São apenas nove canções. Nove. Mas foi assim, em breves que 42 minutos, que Thriller se tornou um verdadeiro mito do pop. O álbum mais vendido de todos os tempos? Sim, ainda que muita gente duvide do número oficial de unidades comercializadas, 110 milhões de cópias (há quem diga que a soma chega a “apenas” 65 milhões). 

O mais influente? Para o pop americano dos anos 90 e 2000, talvez sim. Fato é que, no dia 30 de novembro de 1982, Michael Jackson entregou ao mundo um fenômeno comercial sem precedentes.

No aniversário de 30 anos do disco, que venceu oito prêmios Grammy, listamos dez motivos para festejar a data e ouvir o álbum mais uma, duas, três, muitas vezes. Acompanhe:

1. A primeira superprodução pop
Thriller fez pela música americana o que sucessos de bilheteria como Star Wars e Tubarão, ambos lançados nos anos 70, fizeram pelo cinema: inaugurou a era dos “blockbusters musicais”, programados para conquistar multidões. A influência comercial do álbum é, por isso, inegável. De Britney Spears a Madonna devem um pouco a Michael Jackson nesse aspecto.

2. A produção elegante de Quincy Jones
Com um orçamento de 750 mil dólares, Quincy Jones deu à produção das músicas uma atmosfera finíssima de soul music e R&B que destaca o álbum em relação à maioria dos lançamentos pop dos anos 80. É uma aula de elegância aplicada a sucessos para rádios.


3. Os videoclipes revolucionários 
A MTV mudou depois de Thriller, o clipe de terror com direção de John Landis. O vídeo resume as ambições do álbum: com 14 minutos de duração, ia além de um simples cartão de visitas para a canção – era um evento de entretenimento. Para o público, ficou difícil não associar as imagens do clipe aos acordes da música. Idem para Billie Jean e Beat It, que foram lançados antes de Thriller na TV.




4. Os hits inesquecíveis
Das nove canções do disco, sete delas chegaram ao top 10 da parada americana: The Girl is Mine (2º lugar), Billie Jean (1º lugar), Beat It (1º lugar) Wanna Be Startin' Somethin' (5º), Human Nature (7º), P.Y.T. (10º) e Thriller (4º). Desde então, foram regravadas por outros artistas e criaram a base do pop radiofônico inspirado em gêneros da black music. Beyoncé e Rihanna, entre tantos, são algumas das muitas crias do disco.



5. O excelente momento do compositor Michael
Depois do extraordinário Off the Wall (1979), o disco que marcou a maturidade de Michael, o cantor escreveu quatro das melhores canções de Thriller: Wanna Be Startin' Somethin', The Girl is Mine, Beat It e Billie Jean. Ouvir o disco é comprovar que o talento do cantor sempre foi muito além de qualquer controvérsia provocada pela imagem pública de um dos astros mais polêmicos do século XX.


6. As incríveis participações especiais
Quatro ídolos de Michael participaram do disco: o beatle Paul McCartney, em The Girl is Mine, o guitarrista Eddie Van Halen, em Beat it, o produtor Quincy Jones (que já havia trabalhado com ele em Off the Wall) e o ator Vincent Price, que faz a narração antológica de Thriller. As irmãs La Toya e Janet Jackson fazem backing vocals em P.Y.T..

7. Uma banda fora de série
Tudo em Thriller é grandioso – até a ficha técnica que acompanha o disco. São, no total, 30 nomes listados. Entre eles, o percussionista Paulinho da Costa, o guitarrista Paul Jackson e o tecladista Rod Temperton, que escreve três faixas do disco (entre elas, Thriller).

8. Hard rock no pop. Por que não?
Os riffs de guitarra de Eddie Van Halen em Beat It soaram como uma surpresa para quem acompanhava o Michael Jackson dançante dos anos 70. A possibilidade de combinar diferentes estilos dentro de uma estrutura pop também foi uma lição deixada pelo álbum. O próprio Michael repetiu a fórmula em Bad, seu disco mais rock ‘n’ roll.


9. Além do disco, a dança
Críticos apontam que Thriller não teria feito tanto sucesso sem a performance arrebatadora de Michael nos palcos, clipes e programas de TV. As habilidades do cantor para a dança também mudaram o cenário pop: as boy bands dos anos 80, 90 e 2000 que o digam…

10. E o fenômeno continua…
Uma prova da vitalidade do disco é que, após a morte de Michael Jackson, foram vendidos mais 100 mil cópias do CD. A edição especial Thriller 25, lançada em 2008, virou um grande sucesso e mostrou a influência do disco para uma geração de astros como Fergie, Will.i.am, Kanye West e Akon, que participaram de remixes. Foram onze semanas nas paradas norte-americana. No início de 2013, chega ao Brasil o musical Thriller Live Brasil. O mito, ao que parece, ainda faz barulho.

Do VejaSP
Por Tiago Faria

27 de novembro de 2012

Quase 500 peças de roupa de Michael Jackson serão vendidas em leilão

Quase tão célebres quanto os hits e os passos de dança de Michael Jackson, os figurinos do cantor marcaram época e são facilmente reconhecidos pelo excesso de personalidade que há nelas. Os responsáveis por fazer quase mil peças de roupa do Rei do Pop resolveram expor a coleção pelo mundo neste ano e agora, um leilão venderá os itens no dia 2 de dezembro, em Beverly Hills, nos Estados Unidos.


São 475 peças históricas desenhadas pela dupla Michael Bush e Dennis Tompkins. Estão na coleção, por exemplo, a jaqueta vermelha de “Beat It”, o agasalho preto da capa de Bad e a clássica luva coberta de brilhantes, entre outros.

Os itens têm preços bastante variáveis – a luva, por exemplo, tem valor estimado em US$ 20 mil. Os responsáveis pelo leilão já revelaram que muitos museus demonstraram interesse. “Isto é bom, porque algumas das peças estão começando a se degastar”, disse Bush.

25 de novembro de 2012

Disco-fenômeno ‘Thriller’, faz 30 anos na próxima sexta


RIO - Em 1982, o futuro batia firme na porta. Foi naquele ano que Hollywood abriu uma janela para a imaginação com “E.T. — O Extraterrestre” e “Blade Runner”; que o videogame Atari 2600 bateu a marca de dez milhões de unidades vendidas; que os CD-players (ou discos laser) foram lançados comercialmente; e que o Brasil via a chegada de uma gente fina, elegante, colorida e sincera nas canções de Lulu Santos e da Blitz. Mas um fato cultural de magnitude até então inimaginável haveria de iniciar sua saga antes que 1982 acabasse. No dia 30 de novembro, chegava às lojas “Thriller”, o segundo LP do cantor americano Michael Jackson em parceria com o produtor Quincy Jones. Quase 30 anos depois, ele permanece como o álbum mais vendido da História (algo como 110 milhões de cópias). Isso depois de ter feito de Michael o Rei do Pop, de ter revolucionado a indústria fonográfica, de ter inaugurado a era de ouro do videoclipe (numa MTV que nascera em 1981) e de ter estabelecido parâmetros artísticos e comerciais que o artista morto em 2009 passou o resto de sua vida tentando, em vão, superar. 

— Sei que ele ficou frustrado por não conseguir repetir vendagens tão altas — conta ao GLOBO o jornalista e escritor americano Nelson George, autor de “Thriller: a vida e a música de Michael Jackson”, lançado no ano passado por aqui pela Zahar. — Hoje, a cultura é muito diferente. As pessoas não compram mais álbuns em massa, fazem download de canções. Não há mais condições para que um álbum venda algo como 40 milhões de cópias.


Mas os feitos de “Thriller” vão muito além dos números. George lembra que o disco também foi um divisor de águas cultural, rompendo barreiras raciais.

— Michael Jackson provou que os músicos negros americanos poderiam ter apelo global — diz. — A música negra americana sempre teve apelo internacional, mas relativamente poucos artistas conseguiram se beneficiar disso. Michael levou a dança, o canto e a música aos lares do mundo inteiro. 

Nascido em uma família operária de Gary, Indiana, Michael foi levado pelo pai, Joe, com mão de ferro, a cantar com os irmãos mais velhos num grupo de r&b, o Jackson 5. Tinha 8 anos. Quando o sucesso veio, com as músicas “ABC” e “I want you back”, ele contava apenas 11, mas já ficara claro que era o grande talento do grupo. Em 1972, fez sucesso solo, com as músicas “I’ll be there” e “Ben”, mas não se afastou dos irmãos. Em 1977, ao participar do filme “O mágico inesquecível” (um remake de “O Mágico de Oz”), Michael conheceu Quincy Jones, jazzista e arranjador que o convenceu a retomar a carreira solo. Assim, em 1979, aos 21 anos, com o disco “Off the wall”, o caçula do Jackson 5 pegou os embalos da discoteque e os transformou em algo novo, vibrante e reluzente, em canções como “Don’t stop til’ you get enough” e “Rock with you”, que não por acaso foram hits mundiais. Em “Thriller”, a dupla Quincy-Michael se preparou para repetir a dose, com ainda mais eficácia.


O biógrafo Nelson George, que acompanhou a carreira de Michael de perto, na época, como editor da revista “Billboard”, considera fundamental a participação de Quincy Jones no sucesso do disco.

— Foi ele quem trouxe Rod Temperton (compositor inglês, autor de “Rock with you”), quem compôs algumas das canções mais memoráveis do disco (a faixa-título, “Baby be mine” e “The lady in my life”). E também deu forma a “Human nature” e contratou alguns dos melhores músicos e arranjadores de Los Angeles. Sua marca está por todo o disco. 


Mas, mesmo com todo o planejamento artístico (com grandes ideias, como a de voltar a juntar Michael Jackson e Paul McCartney na faixa “The Girl is mine”, ou a de chamar o guitarrista Eddie Van Halen para fazer um solo no rock “Beat it”), “Thriller” não teria chegado onde chegou sem a fileira de históricos videoclipes, feitos por insistência (e com a orientação) do próprio cantor. Na ordem: “Billie Jean” (em que o cantor deu uma lição ou duas de dança), “Beat it” (com seu conceito “West Side story”) e “Thriller”, uma revolução sob vários aspectos.

Encantado com o filme “Um lobisomem americano em Londres”, Michael chamou o diretor John Landis para fazer o clipe de sua canção em clima de terror (com direito até a narração tenebrosa do ator Vincent Price). Landis idealizou um curta-metragem, com muita maquiagem de zumbi e dança, que custaria um até então inédito meio milhão de dólares. Esse não foi só o artefato decisivo para fazer de “Thriller” o disco mais vendido de todos os tempos: foi um acontecimento cultural, o vídeo que transformou a MTV numa potência (é o mais visto de sua história), que abriu o canal para os artistas negros e que iniciou uma escalada de inovação (e de custos) para os clipes.


Nelson George se lembra bem daqueles tempos, quando o clipe de “Thriller” não saía das TVs, as cópias do álbum “Thriller” não conseguiam ficar muito tempo nas lojas, e Michael Jackson era figura próxima do onipresente. 

— O frenesi em torno desse disco foi algo nunca visto — conta. — Em 1984, fui a três shows da turnê do “Victory” (disco dos irmãos Jackson, do qual Michael participou) e em todos eles havia um burburinho que eu raramente vi. Especialmente em Kansas City. 

Trinta anos depois, a indústria musical pode não ser mais a mesma. Mas “Thriller” segue sendo homenageado — inclusive no Brasil. No dia 15, a banda americana Easy Star All-Stars mostra no Circo Voador sua recriação reggae do disco, “Thrillah”. E em 21 de fevereiro, estreia no Citibank Hall o musical “Thriller Live Brasil Tour” (os ingressos começam a ser vendidos esta semana em www.ticketsforfun.com.br), unindo artistas brasileiros aos músicos da produção original inglesa. Tudo para celebrar o disco cuja influência foi decisiva para as carreiras de um rol de artistas que segue por Prince, Lenny Kravitz, Will Smith, Ricky Martin, Justin Timberlake, The Black Eyed Peas, Justin Bieber e, mais recentemente, Bruno Mars (que imitava Michael Jackson profissionalmente na infância). Astros que uniram enorme talento, amor pela música e determinação para vencer obstáculos (cor da pele, nacionalidade, língua) com uma ambição para chegar onde o homem jamais pisou.

— O fato de haver agora uma reavaliação de “Thriller”, bem como de “Bad” (o disco seguinte, de 1987, que mereceu este ano, no seu 25º aniversário, um documentário do diretor Spike Lee), se deve ao fato de que o trabalho de Jackson foi histórico — avalia Nelson George. — Várias gerações de fãs de música cresceram com ele, e essa conexão se sustenta.

23 de novembro de 2012

Assista ao documentário "Bad 25" [ABC Version]

Em comemoração aos 25 anos do lançamento do álbum "Bad", o diretor Spike Lee produziu um documentário de uma hora sobre a produção de um dos discos mais bem sucedidos de Michael Jackson.


O especial foi exibido na noite desta quinta-feira (22) pelo canal ABC nos Estados Unidos. Jornalistas, produtores musicais, fotógrafos, advogados, funcionários que trabalharam com o Rei do Pop e artistas como Justin Bieber, Stevie Wonder, Cee Lo Green, Chris Brown, Quincy Jones, Kanye West e Mariah Carey comentaram as expectativas, impactos e produção do clássico disco "Bad".

Em "Bad 25" é possível também assistir a cenas e depoimentos inéditos de Michael Jackson. Assista a versão editada do canal abaixo:


Esta é uma versão editada com 64 minutos, a versão original contém 2hs de duração e sairá em DVD e Blu-ray em fevereiro de 2013.

Thriller Live Brasil estreia em 2013

O musical baseado na vida e carreira de Michael Jackson, "Thriller Live Brasil Tour", estreia em 9 de maio de 2013 no Credicard Hall (zona sul de São Paulo). Antes, faz temporada no Rio de Janeiro, de 22 de fevereiro a 7 de abril, no Citibank Hall.

As informações sobre preços e início das vendas na capital paulista ainda não foram divulgados. No Rio, os convites custam entre R$ 50 e R$ 200 e estão em pré-venda no site Tickets for Fun.


"Thriller Live" vem pela primeira vez à América Latina e traz a estrutura original da montagem inglesa, onde está em cartaz desde 2007: toneladas de equipamentos de som, iluminação, cenários, figurinos e efeitos especiais. Visto por 2 milhões de pessoas em 23 países da Ásia e Europa, como Londres (Inglaterra), o espetáculo criado por Adrian Grant leva aos palcos as várias fases de sucesso da carreira de Michael Jackson por meio de performances vocais, efeitos visuais e coreografias marcantes.

Em cena, 16 artistas brasileiros vão se unir a cantores e à banda da produção original inglesa. O elenco vai incluir uma criança brasileira, selecionada em audição especial, que viverá o astro pop quando era criança, na época do The Jackson 5. O nome do ator mirim não foi revelado até o momento.

Além do hit "Thriller" --que dá nome ao espetáculo--, serão interpretados os maiores sucessos do Rei do Pop, como "ABC", "Beat It", "Billie Jean", "Bad", Dangerous" e "Black Or White", entre outros. A inspiração do espetáculo é a celebração "The Anual Michael Jackson Celebration", que Adrian Grant, fã e amigo do cantor, realizava na década de 90.

Single "Heal The World" completa 20 anos

Há exatamente 20 anos, em 23 de novembro de 1992, Michael Jackson lançava "Heal the World" - do álbum Dangerous (1991) - como sexto single promocional do disco. Na faixa, o Rei do Pop faz um apelo por um mundo melhor.



Antes de entrar na melodia, há uma introdução composta e conduzida pelo maestro Marty Paich (1925-1995), em que uma criança pede: "pense nas futuras gerações e diga que você quer fazer um lugar melhor para uma criança. Assim elas saberão que terão um mundo novo para viver".

A música esteve presente em todas as turnês do Rei do Pop, desde quando foi lançada, a canção foi performada na Dangerous World Tour, HIStory World Tour, This Is It Tour e entre outros especiais ao vivo.


O videoclipe para promover o single é composto por várias imagens marcantes de humanitarismo, guerra, política e eventos marcantes para a época, Michael até chega à protestar a morte de Jonh Lennon, ex-integrante do grupo britânico The Beatles. Quem dirigiu o clipe foi Joe Pytka. Assista-o abaixo: